Federação holandesa pede desculpas por ignorar denúncia de estupro feita por técnica

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da gbg bet: Vera Pauw, atual técnica da equipe feminina da Irlanda, afirmou na última sexta-feira (01) que foi estuprada e agredida sexualmente por três homens que trabalhavam no futebol holandês quando ela era jogadora. A holandesa lamentou o fato da federação não ter tomado as providências adequadas contra as acusações feitas por ela.

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As revelações da treinadora resultaram em um pedido de retratação da Federação Holandesa de Futebol, a KNVB, que classificou como “inaceitável Pauw não ter desfrutado de um ambiente de trabalho seguro”.

Vera Pauw se manifestou na redes sociais sobre a situação. A treinadora de 59 anos, é considerada uma das pioneiras do futebol feminino na Holanda.

– Esta foi a coisa mais difícil da minha vida, mas, finalmente, estou pronto para seguir em frente e ter orgulho de quem eu sou
– escreveu na legenda do post.

Em dos trechos do texto,Pauw relata sobre o sentimento de poder falar abertamente sobre o caso:

-Durante 35 anos guardei este segredo do resto do mundo, da minha família, minhas companheiras e minhas jogadoras, e agora posso aceitá-lo, me aceitar. Mesmo os mais próximos de mim não sabiam desse estupro cometido por um alto funcionário do mundo do futebol quando eu era jogadora. Mais tarde, fui alvo de outras duas agressões de outros homens. Todos os três trabalhavam no futebol holandês na época – revelou a treinadora, que complementou:

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– Apenas aqueles em quem confio sabiam do abuso sexual sistemático, do abuso de poder, da intimidação, do isolamento que enfrentei como jogadora e como treinadora no futebol holandês. Já não posso mais ficar em silêncio – acrescentou ela, que tentou buscar ajuda da Federação há 11 anos, sem sucesso. Depois de não ter uma resposta satisfatória ao meu pedido por ação em uma investigação iniciada pela Federação Holandesa após minha quinta denúncia feita a eles, eu recentemente reportei meu estupro e ataques sexuais à polícia holandesa – afirmou ela

A Federação Holandesa de Futebol reconheceu as falhas na forma como as agressões sofridas pela treinadora foram tratadas e reafirmou que a federação não reagiu com rapidez suficiente aos primeiros alertas dados pela então jogadora.

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